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Mário Machado indignado acusa Rui Pereira de perseguir nacionalistas

«Mário Machado, apontado como líder do grupo Hammerskins, de extrema-direita, mostrou-se revoltado com a sentença de prisão efectiva por discriminação racial e outros crimes e acusou o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, de estar a perseguir os nacionalistas. "Tenho consciência do que fiz. Nem eu nem nenhum dos arguidos merecíamos a prisão efectiva. Isto foi um processo político”, afirmou. “Os nacionalistas são vítimas de perseguição desde que o ministro grão-mestre da maçonaria Rui Pereira assumiu as suas funções”, acrescentou.» - Ler notícia completa no Público

Julgamento começou com depoimento de Mário Machado

Mário Machado esteve hoje mais de duas horas a explicar detalhadamente as suas ideias e convicções. O Juiz começou por perguntar o que entendia por Racialismo, "que é diferente de racismo", e Mário Machado explicou que é "uma doutrina que nasceu nos E.U.A., defendida naquele país em conjunto por negros e brancos", em que se defende o orgulho nos feitos da respectiva raça. Depois, disse que em Portugal parece haver uma propensão para os negros filhos de imigrantes cometerem crimes, facto que justificou através da sua experiência pessoal, nomeadamente na prisão onde se encontra há um ano onde «onde constato que apenas 25% dos reclusos são brancos». Mas não culpa os negros, nem os polícias nem os juízes, desses problemas, e sim "os políticos que estão no parlamento, e que por acaso até são quase todos brancos". O Juiz quis saber ainda a diferença entre judeus e sionistas, aproveitando Mário Machado para citar José Saramago, dizendo ainda que "há judeus que são contra o sionismo, assim como eu sou contra o sionismo, não contra os judeus", dizendo que essa doutrina só não é considerada racista pela O.N.U. por causa do poder de veto dos E.U.A.. Perguntado sobre se a imigração deveria ser controlada, defendeu que sim e deu o exemplo de países democráticos, como os E.U.A. e Canadá, onde todos os anos são expulsos descendentes de portugueses por serem condenados por determinado tipo de crimes. Mário Machado falou ainda em relação aos movimentos violentos de extrema-esquerda, onde segundo diz "há infiltração de elementos que têm unicamente como objectivo atacar nacionalistas, o que já aconteceu até com arguidos deste processo, em que o agressor foi um dos que agora se apresenta como 'vítima'". Em relação ao Fórum Nacional disse que tinha sido administrador mas que tal condição não lhe permitia observar minuciosamente tudo o que lá se escrevia e citou mesmo o caso da Wikipédia francesa, absolvida recentemente num caso semelhante, caso esse que foi referido recentemente numa entrevista de Rogério Alves, ex-bastonário da Ordem dos Advogados. Disse ainda que uma das mensagens que lhe era atribuída e que o Ministério Público considerava uma ameaça "era nada mais que uma assinatura, que aparecia em todas as mensagens e não apenas numa em particular, e que não era nenhuma ameaça". Em relação à publicação das fotografias dos chamados "antifascistas", que explicou detalhadamente não ter sido ele a fazê-lo, disse que não era contra os antifascistas, porque "antifascistas são mais de 9 milhões de portugueses", mas sim contra os chamados movimentos antifas, os tais que considera estarem infiltrados na extrema-esquerda e que ao longo dos anos têm ameaçado e atacado os nacionalistas. Em relação ao caso da ida a Coruche, disse que não fez nenhum apelo à violência, tendo-se deslocado àquela localidade "com o intuito de apoiar a população, tendo sido muito bem recebido por todos, pessoas que se queixavam de não terem tido a protecção dos 3 ou 4 guardas que havia na localidade, até eu ter anunciado que lá ia". A partir desse momento, afirma, "apareceram muitas dezenas de G.N.R.". O Juiz referiu uma afirmação que terá feito no Fórum Nacional sobre uma ida a Espanha para "assistir a um concerto nacionalista xenófobo", ao que Mário Machado respondeu que "obviamente foi um comentário irónico, visto irmos assistir a um concerto noutro país, junto de pessoas de vários países, o que nunca poderia ser considerado um acto xenófobo". Sobre violência ou actos racistas Mário Machado disse que "não existe nem neste processo, nem noutro qualquer, nenhuma pessoa de outra raça que me possa apontar qualquer crime". Questionado sobre um texto que divulgou no seu blog acerca de armas, Machado disse que nunca apelou à compra ilegal de armas, pelo contrário, que sempre se referiu à necessária legalidade e exemplificou com o próprio texto citado pelo Ministério Público, onde afirma tal necesidade. A sessão terminou com uma chamada de atenção da delegada do Ministério Público para que Mário Machado se refira apenas aos factos constantes na acusação, facto que mereceu uma nota do Juiz dizendo que a própria acusação é bastante ampla e vaga, e que portanto o tribunal iria permitir uma maior liberdade no depoimento do arguido.

«Mário Machado está preso há mais de um ano sem situações que possam justificar decisão», afirmou Marinho Pinto

O advogado de Mário Machado, José Manuel Castro, diz que a prisão do líder de extrema-direita, Mário Machado, parece ter «motivos políticos».

O advogado de Mário de Machado diz subscrever as declarações que Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, prestou à saída da prisão, «no que concerne as preocupações sobre este tipo de processo numa república e democracia saudável».

Marinho Pinto visitou hoje Mário Machado na Gomes Freire, em Lisboa, onde este se encontra preso preventivamente a aguardar julgamento pelo crime de discriminação racial.

O bastonário da Ordem dos Advogados considerou que o líder de extrema-direita é vítima de «fundamentalismo justiceiro» e que «o direito criminal foi longe demais».

«Mário Machado está preso há mais de um ano sem situações que possam justificar decisão», afirmou Marinho Pinto à imprensa, quando abandonou as instalações da Gomes Freire.

«Acho que, numa democracia, não há lugar para processos pouco claros», disse José Manuel Castro. «Poucos ou nenhuns factos justificam a manutenção da prisão, parece que é uma prisão por motivos políticos».

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=87087

Vídeo: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=336594&tema=27

Aproxima-se o início do julgamento

Falta menos de um mês para o início do julgamento. "Violência", "dezenas de crimes", "racismo", "pretendiam", "nazis", "minorias". Tudo junto, e bem espremido, não dá para nada, excepto para fingir que existe justiça neste paraíso socialista e para encher páginas de jornais. Se o Mário Machado fosse condenado à pena máxima por todos os crimes que efectivamente está acusado, apanhava dois anos. Sendo nacionalista, veremos. Acusado, em autoria material, de três crimes: Um crime de detenção ilegal de arma e dois crimes de ameaça. O resto e m fantástica co-autoria, mas das quais foi o único a ficar em prisão preventiva. Para a próxima já sabe, nada de fazer manifestações, porque quem se mete com o PS leva!

Notícia do Correio da Manhã de dia 20 de Abril de 2007

«O juiz inquiriu os skins sobre as perseguições e ameaças concretizadas em agressões. Um dos principais visados é Mário Machado, o conhecido activista do movimento skinhead e líder da Frente Nacional. É suspeito de participação em vários actos de violência, entre os quais um ocorrido em Agosto de 2006 – e outro, este ano, à porta do hipermercado Jumbo, na Maia. Outro episódio foi o das ameaças ao comentador político Daniel Oliveira.» - Notícia do Correio da Manhã de dia 20 de Abril de 2007

Com este tipo de notícias compreende-se o enorme esforço para descobrir qualquer coisa para acusar (nos jornais!) Mário Machado de alguma coisa e assim tentar "justificar" aos olhos da opinião pública a prisão de uma voz incómoda para os políticos do sistema.

Começam dizendo que "é suspeito de participação em vários actos de violência", para tentar colocar-lhe o rótulo de violento. Depois fazem um esforço enorme para tentar, sem sucesso, nomear quais os alegados casos de "violência":

a) Agosto de 2006 - O Ministério Público diz que Mário Machado agrediu uma pessoa... com empurrões! Num local com vigilância electrónica (Metropolitano), transporte que Mário Machado garante não ter sequer usado uma única vez nesse ano e muito menos ter participado num episódio daquele género, no Metro ou noutro local qualquer, e situação da qual não aparece nenhuma imagem ou gravação vídeo. Porquê, se existem várias câmaras nas estações de Metro? Avariaram-se todas, ao mesmo tempo, nesse dia...

b) Hipermercado Jumbo - Apresentado no Correio da Manhã como "acto de violência" mas na acusação do Ministério Público como "entrada ilegal em espaço público", por não ter sido mais que entrar num supermercado fora do horário de funcionamento. Ao contrário dos jovens do Carrefour, que nunca estiveram presos, não se trata de nenhum assalto. Na notícia é apresentado como um "acto de violência", porquê?

c) Ameaças ao comentador Daniel Oliveira - O próprio comentador profissional diz na sua queixa na PSP que não foi agredido. Porque é que o Correio da Manhã apresenta como "outro episódio", apesar de dizer que se tratariam de ameaças, dando a entender que seria "mais um episódio de violência"?

São estes os horríveis crimes de que é acusado Mário Machado? É isto que, num país onde asssassinos, violadores e pedófilos aguardam julgamento em liberdade, justifica a prisão preventiva de alguém? Ah, mais uns quantos crimes em co-autoria, tantos quanto o número de arguidos do processo, talvez... Pois, pois...

Liberdade para Mário Machado!


Em 2004 Mário Machado passou a ser conhecido por todos os jornalistas e políticos, no ano em que surgiu a Frente Nacional, grupo nacionalista que deu nas vistas na manifestação contra a criminalidade, no Martim Moniz, uma semana depois do Arrastão de Carcavelos.

Nessa manifestação denunciou-se aquilo que alguns políticos desmentiam com todas as forças: que a criminalidade dos gangues estava a aumentar e a tornar-se mais perigosa. Mário Machado deu a cara por uma ideia de defesa da Nação como nunca ninguém tinha ousado fazer em Portugal.

Neste momento está a pagar o preço dessa ousadia, de pensar que podia expressar-se livremente, independentemente de alguém concordar ou não com as suas ideias. Está a pagar o preço de não ter ficado calado em sua casa, sem levantar ondas ou despertar fantasmas. Mas não foi por falta de aviso, porque quem se mete com o PS leva, já dizia o Jorge Coelho.

Tivesse roubado uns milhões de euros dos cofres do Estado, tivesse violado umas crianças na Casa Pia, ou tivesse andado aos pontapés em encontros políticos como o que vitimou Sousa Franco, e estaria certamente em liberdade. Assim, preventivamente está a pagar o preço de ter orgulho em ser português e de ter ousado afirmá-lo, contra tudo e contra todos.

Outros há, pedófilos, assassinos, ou violadores, que podem aguardar julgamento em liberdade. No caso dele não, os indícios são «demasiado graves», nomeadamente o facto de ter ido a Coruche - pacificamente - protestar e exigir medidas pelo fim da violência dos ciganos, como a polícia não demonstrava coragem de fazer. Fê-lo por altruísmo e em resposta é espezinhado.

Mário, na medida do possível que tenhas um bom ano, é o que te desejam os que estão cá fora, e que são muitos, que torcem por ti e que estarão sempre do teu lado, ao contrário de outros que tudo fazem para te destruir. Aquilo que não nos mata torna-nos mais fortes!

Joaquim Letria, sobre Mário Machado

«A instrução do processo de Mário Machado, o líder dos Hammerskins, e a sua prisão preventiva há cerca de uma ano, mostra que presos politicos em Portugal, além de outros que estão muito bem presos e de alguns que são vítimas de injustiças.

Tenho experiências pessoais suficientes, num tempo e noutro, para poder dizer que entre alguma justiça da ditadura e certas situações desta chamada democracia, que venha o diabo e escolha.

Foi para não acontecer o que acontece que houve em Portugal quem tenha resistido meio século ao fascismo e, depois, quem tenha aproveitado a quartelada para tentar construir uma sociedade mais justa, alicerçada num Estado de direito.

Não preciso de dizer que não tenho a menor simpatia pelas ideias do líder dos neo-nazis portugueses. Mas foi para ele poder existir, e ter as suas ideias, que houve quem tentasse fazer uma revolução. A Liberdade, Igualdade e Fraternidade não se defendem com ilegalidades grosseiras nem podem depender de carcereiros.

Manter Mário Machado preso, alicerçar em provas discutíveis acusações duvidosas e condená-lo só porque tem as ideias que professa é injusto e muito perigoso.»

Jornal «24 Horas» de 14.11.2007

Direito de resposta de Mário Machado

Retirado do Fórum Nacional:

«Foi enviado ao ínicio da tarde ao jornal Correio da Manhã o direito de resposta de Mário Machado em forma de comunicado, bem a como todas as redações dos três canais nacionais, perante as últimas notícias divulgadas pela comunicação social. Passo então a citar na integra:

Direito de resposta
Correio da Manhã
07 de outubro de 2007

" Venho por este meio exercer o meu direito de resposta ao vosso artigo calunioso e injurioso que me acusa de ameaça á Procuradora do Ministério Público Dra. Cândida Vilar.
Jamais escrevi tal ameaça ou foi minha intenção que a dita Dra. sofresse qualquer tipo de represália e tão pouco subescrevo tais tipos de atitudes ilegais.
Os Nacionalistas não devem esquecer o nome da referida Procuradora porque é o rosto de uma inquisicão mediática contra os Nacionalistas e não para molestarem a Dra..
Destas palavras o vosso jornalismo terrorista tirou as conclusões que mais lhe convém...tão ou mais que os dois jornalistas que assinam a peça identificam-me como envolvido no homicídio de Alcino Monteiro quando o Tribunal nunca me condenou por tais actos e tendo ficado provado que nem passei pelo local da morte do mesmo.
Espero que não voltem a faltar á verdade, ainda por cima com uma pessoa que estando presa pouco ou nada pode defender. Até para não ter de proceder judicialmente contra o vosso jornal.
Em nome da verdade

Mário Machado
Preso Político
E.P.P.J "

Mário Machado - desmentido de ameaças a procuradora

Devido às últimas notícias veiculadas nos orgãos de desinformação social sobre um eventual apelo que Mário Machado teria feito para que a Procuradora a soldo da Inquisição, vilã pouco cândida, fosse importunada, temos a dizer o seguinte:

- Jamais essa senhora foi ameaçada por Mário Machado, ou este pretendeu que alguém o fizesse, e isso constata-se facilmente pela leitura da sua carta (a qual se reproduz anteriormente e na íntegra).

De qualquer forma importa esclarecer que, quando o seu nome foi referido, dizendo-se que esta não podia ser esquecida pelos nacionalistas, tal resulta porque é esse o nome que assina os autos inquisitoriais constantes do processo de que estamos a ser vítimas, e este processo não pode ser nunca esquecido, não só por nós como por qualquer cidadão que defenda o Estado de Direito.

Conseguem ainda, os pseudo-jornalistas, a enorme proeza de anunciar que a carta revelava dados da vida privada da senhora, quando a única menção a essa suposta vida é a alusão a uma ameaça de vingança pessoal mas vinda precisamente da dita Procuradora, ao referir-se aos arguidos deste processo dizendo que têm de pagar por aquilo que o seu pai sofreu com a PIDE.

Seria fácil a qualquer jornalista constatar isto, se realmente o pretendesse fazer e não limitar-se a publicar e repetir falsas notícias, encomendadas pela mesma inquisição que lançou este brutal ataque à liberdade de expressão e opinião.

Mas o que seria ainda mais estranho é um elemento de um orgão de investigação criminal, com poderes suficientes para abrir inquéritos e investigações, ser ameaçado mas, ao mesmo tempo, esse mesmo orgão vir dizer que não existe nenhum inquérito.

Ou seja, no país em que se abrem inquéritos por tudo e por nada - que depois se colocam na gaveta, é certo - logo Mário Machado, o alvo principal da Inquisição, seria poupado por aqueles que já o colocaram "preventivamente" na prisão!

E ainda se estivesse em causa um qualquer cidadão, sem meios ou dinheiro, compreenderia-se o recurso a televisões e jornais para "denunciar" o caso, mas uma Magistrada do Ministério Público?! Haja decoro e vergonha na cara - gente sem escrúpulos, manipuladora e mesquinha!

A propósito, há várias personalidades da nossa vida pública que já se referiram à reforma do Código de Processo Penal como sendo encomendado a propósito do caso Casa Pia, por este ter como arguidos, suspeitos de violações a menores, políticos e apresentadores - todos em liberdade, diga-se de passagem.

Mas a nenhum desses jornaleiros parece fazer confusão o facto de ter sido um ministro do actual governo, Rui Pereira, o responsável por essa reforma, ministro esse que tem saltado de tacho em tacho, o que só revela a sua inaptidão para cada um desses cargos e sugere tratar-se de mais um "boy" ao serviço do governo dito socialista - sobre o qual, lembre-se, João Cravinho voltou a dizer haver suspeitas de obscuridades, tráficos de influências, e corrupção.

Ou seja, implicitamente percebe-se que aquelas alterações tiveram motivação política, vindas de um governo que prometeu combater a corrupção mas cujas alterações, no Código de Processo Penal, deixam de prever a prisão preventiva para eles, os corruptos.

Acresce que, esses mesmos políticos de um sistema que preferiu ignorar pedófilos, assassinos, e violadores, apressadamente e fora de prazo vieram acusar nacionalistas do crime de discriminação racial, por via de opiniões escritas, para, dessa forma, apresentarem uma moldura penal que "justifique" a aplicação de fortes medidas de coacção.

Um claro e brutal ataque à liberdade de expressão, opinião, e contra o Estado de Direito, que os diversos jornaleiros e comentadores preferem ignorar, visto que comem todos da mesma gamela e alinham todos pela mesma cartilha.

Mais, juntaram processos de delito comum, de arguidos que nem se conhecem, para assim acusarem todos por igual em co-autoria, e com isso fazerem páginas de jornais onde dizem que Mário Machado está "acusado de dezenas de crimes", o que é falso, até porque essa co-autoria é uma completa mentira e deturpação que surge inventada pelo próprio Ministério Público.

O mesmo se passa em relação ao homicídio ocorrido no chamado Caso Bairro Alto, com o qual Mário Machado não tem relação mas que se insiste nas páginas de jornais em associar o seu nome ao mesmo, e isto é fácil de constatar, simplesmente porque não é possível que um "envolvido num homicídio" seja condenado a apenas 2 anos de prisão, como foi o seu caso, mas por participação em rixa e não nesse, ou noutro qualquer, homicídio.

Em conclusão, e sobre o assunto da carta, essa senhora não foi ameaçada, qualquer ameaça desse ou doutro tipo que lhe seja feita é condenável, e fica um apelo para que todos os que lerem esta carta tenham a noção que quase tudo o que se tem escrito e dito sobre os nacionalistas em geral e este processo em particular é... mentira!

Carta aberta de Mário Machado

Publica-se a carta de Mário Machado, para que esteja acessível a todos e cada um possa tirar as suas conclusões. Os jornalistas viram ameaças, ou alguém viu por eles e eles publicaram...

26 de Setembro de 2007

Camaradas e amigos,

Começamos a travar mais uma batalha nesta guerra contra o sistema democrático opressor, apartir das 00.01h de sábado(15 de Setembro), passámos a ter em Portugal presos políticos que já o eram desde 18 de Abri, mas com a agravante de estarem em situação de prisão ilegal.

Todos vós puderam assistir pelos meios de comunicação social à libertação na sexta-feira, dia 14 de Setembro, de assassinos, violadores e pedófilos, porque a lei teria de ser aplicada até às 23.59h desse mesmo dia 14h, eu, ao contrário desses criminosos fiquei nas masmorras de uma nova inquisição cujo rosto é a procuradora do Ministério Público, da 11ª Secção a Drª. Candidâ Vilar.

Os nacionalistas jamais se deverão esquecer deste nome, pois esta senhora foi a responsável, e não a PJ (apesar de tudo), pela maior perseguição política dos últimos 30 anos.

O inspector Paulo Vaz da DCCB-PJ disse-me na presença do Pedro Nogueira e Jóse Amorim que a Drª do M.P. lhe tinha dito que "... o Mário tem que pagar por tudo o que o mau pai passou aquando do Estado Novo...". Isto é grotesco, e justifica assim o òdio primário, patológico e irracional da mesma. A procuradora rege-se pelo desprezo pela vida, dignidade e liberdade da pessoa humana desde que esta tenha orgulho patriótico.
Espero que os meus filhos não queiram um dia também vingar-se por toda a perseguição que o seu pai e mãe foram vítimas durante a "democracia".
Este tipo de comentários da Drª.Candida Vilar juntamente com a resposta que me deu pessoalmente e na presença do mesmo inspector e da sua escrivã no DIAP também são bem esclarecedoras das suas intenções, quando lhe pergunto qual o motivo de tudo isto, a mesma responde "Mário, tinhamos que fazer qualquer coisa, o vosso movimento estava imparável.", incrível.

Fiquei muito feliz quando hoje os guardas prisionais me disseram que todas as ruas paralelas e perpendiculares do estabelecimento prisional tinham cartazes a dizer "Mário Machado, Liberdade". Sei também que um grupo de nacionalistas vai lançar o projecto "Outdoor2", nos mesmos moldes do anterior mas o assunto é a "Liberdade de expressão" e "Liberdade para presos políticos". Agradeço desde já a todos pelo esforço continuo e solidariedade,e anseio pela sua realização.

Além do crime de "discriminação racial" que me pede prisão de 1 a 8 anos, estou a ser acusado de mais 14 ou 15 crimes sendo que não participei em nenhum deles, inclusive o M.P.di-lo claramente, mas segundo a Procuradora da Inquisição, como sou o líder do movimento, todos os crimes praticados por um nacionalista, mesmo que eu não o conheça, tenho que ser responsabilizado. - Incrivél não é?
Mais ardilosamente o M.P. refere que os Hammerskins lucram com o negócio do narcotráfico porque segundo a procuradora, 1 indivíduo com ligações à HSN teria sido apanhado na posse de droga.
Cabe-me esclarecer que, ninguém, nenhum nacionalista dos 36 acusados, está acusado do crime de tráfico de estupefacientes, ora como é óbvio se essa ligação existisse, o que custava além das barbaridades de que estamos acusados, de nos indiciarem tambeém por tráfico?
Não tenham os nacionalistas quaisquer dúvidas que jamais o movimento recebeu 1 tostão vindo dessas actividades que todos condenamos, tal já não pode ser textativamente afirmado por outros partidos políticos.
Seguindo o raciocínio político do M.P., o Partido Socialista (PS) também receberia dinheiro da droga, porque no carro presidente
na altura em funções o Jorge Sampaio a P.J. encontrou 8 kilos de cocaína e deteve o seu condutor e segurança. Nunca vimos na comunicação social ou no inquérito do M.P. que a droga era para o PS porque como é obvio uma acção isolada de um indivíduo, não implica necessariamente outros.
Continuando esse raciocínio, poderiamos dizer que no PS abundam pedófilos que faziam da Casa Pia o seu retiro, só porque um deputado do partido já foi indiciado pelo mesmo crime.
E posso também dar o exemplo do filho da Leonor Beleza, membro da JSD apanhado com 30 kilos de haxixe e etc etc
Tudo isto faz parte da camapanha de demonização que está em marcha e como prova o facto do M.P. mandar isso para o ar, mas não acusa ninguém - uma vergonha.
Ainda sobre o crime de discriminação racial, é curioso quando ele nos é imputado e dos 12 membros da Hammerskin nenhum é acusado de agredir qualquer negro, amarelo, ou azul às bolinhas, e pelo contrário, Portugal prepara-se para receber "oficialmente" Robert Mugabe o africano que foi o responsável por mais de dezenas de milhares de crimes de ???????? e discriminação racial contra brancos, que resultaram na expulsão de terras, violações e homicídios em série, com isto o governo português demonstra a sua verdadeira face, persegue os brancos no seu próprio território e não tem coragem diplomática para não permitir a entrada do maior Racista do século XXI.

Mais uma prova de que isto se trata essencialmente de um processo politico, é o facto de nos terem apreendido centenas de livros, milhares de autocolantes, t-shirts e cd's de música. A nossa constituição defende a liberdade de expressão, que nenhum indivíduo pode ver esse mesmo direito ameaçado, assim como o direito de acesso à livre informação, por isso estas apreensões são ilegais.

O processo começa também em Junho de 2004 com uma busca ilegal, pelas 00.30h onde 27 nacionalistas são identificados, fazendo jurisprudência com outros casos onde pelo mesmo motivo foram libertados por exemplo 34 indivíduos conectados com o narcotráfico. Porque segundo diz a lei quando existe um procedimento ilegal todo o processo cai.
Nessa busca domiciliária apreenderam-se novamente livros, cd's e autocolantes, a lei diz claramente que a busca só poderia ser efectuada entre as 7h e as 21h... Será que a lei a nós não se aplica?

"As ideias são como os tratados: pouco vale firmá-las com a nossa tinta quando não somos capazes de confirmá-los com uma gota do nosso sangue"
Ramalho Ortigão

A frase acima reproduzida nunca fez tanto sentido como agora, apesar de desejar o meu retorno à minha família e eviatr viver nesta continua guerra diária, eu estou a dar o meu sangue, espero que todos vós possam fazer o mesmo.

Termino também com um agradecimento a um Inimigo Político, o Dr. Pacheco Pereira por ser um democrata convicto e que discordando dos nossos ideais, nunca ter tido medo de condenar as perseguições de que os nacionalistas ou outros são vítimas. E deixo-vox um comunicado da Amnistia Internacional "... A internet tornou-se numa nova fronteira na luta contra a liberdade de pensamento, com os activistas a serem presos e as empresas a pactuarem com os governos para restringir o acesso à informação livre."


A minha honra chama-se Fidelidade!!!

Mário Rui Valente Machado
Preso Político

Ich hatt "varien" Kameraden

Comecei a receber, esta semana, muitas cartas de camaradas de todo o país que me deixaram extremamente emocionado mas, e desculpem-me os outros, os três desenhos que recebi, um do meu filho mais velho, outro do filho mais novo do JC, e outro da filha de uma amiga minha, comoveram-me de uma forma arrebatadora.
Além das visitas de familiares e amigos, que muito me têm ajudado, recebi também o apoio de muitos camaradas que não viraram as costas, mostrando que a lealdade vem ao de cima nos momentos difíceis, sendo uma das melhores características dos nacionalistas, e a eles um muito obrigado.
Como a democracia me impede de comunicar com os meus amigos (8 co-réus e 3 presos em casa) peço aos camaradas que também não se esqueçam deles, dos que, mesmo em liberdade e que digam que não, precisam do apoio de todos.
Os meus parabéns pela manifestação em Santa Comba Dão e pelo 1º de Maio em Lisboa, foi bom ver caras amigas e saber que a repressão de que somos vítima não abalam os alicerces das muralhas nacionalistas há muito erguidas.
MM

Endereço para escrever para Mário Machado

Mário Rui Valente Machado
E.P.P.J.
Rua Gomes Freire, nº 174
1169-007 Lisboa

Atenção: enviar em carta registada, e mesmo assim há o risco de não serem entregues, pois a Polícia Judiaciária rouba a correspondência.

EPPJ - 25 de Abril 2007 - Mário Machado

«Se alguém se encontrar na situação de não poder defender os seus direitos, quaisquer que sejam as circunstâncias, contra a agressão de um determinado grupo de pessoas, não há limite para as exigências que lhe serão feitas, nem para as humilhações que terá de aceitar» - Winston Churchill
Irmãos, camaradas e amigos,
Passou uma semana desde o meu encarceramento, da prisão domiciliária de outros três nacionalistas, da obrigatoriedade de apresentação diária ou tri-semanal de outros seis, e ainda a implementação de Termo de Identidade e Residência a cerca de duas dezenas.
Na semana que se celebra a “liberdade” os nacionalistas não têm motivos para festejar, pois essa liberdade ainda não lhes chegou e com o decorrer dos tempos tem vindo a ficar cada vez mais limitada, sendo o poder político responsável pela consecutiva caça às bruxas típico de um regime inquisitorial onde os nossos activistas são levados à fogueira do politicamente correcto.
Estou submetido ao chamado segredo de justiça, ao contrário da acusação que se serve do mesmo para ardilosamente e com a parceria dos Media fazerem da mesma um facto consumado e levar à condenação antecipada do arguido, sem que este veja acautelados os seus direitos, nomeadamente da presunção da inocência até prova em contrário, e do acesso ao processo para melhor defender o seu direito ao bom nome.
Mas, curiosamente, esta semana num programa da RTP a jornalista Judite de Sousa questionava António Vitorino sobre o processo que somos alvo e este viola claramente a lei ao referir “as escutas telefónicas ao líder da FN são preocupantes, fala-se de ataques a pessoas de esquerda”. Ora qualquer indivíduo que mostre saber factos que estão reservados, pelo segredo de justiça, apenas ao Procurador do Ministério Público e ao Juiz, deverá responder em tribunal para esclarecer como tomou conhecimento do mesmo para à posteriori ser acusado ou não da violação daquele preceito. O crime que o talvez Dr. ou Eng. Vitorino cometeu foi público, mas obviamente este nunca será importunado.
Não descreverei por enquanto os pormenores da minha detenção e do que julgo ser uma orquestração para erradicar o nacionalismo. Mas é um facto que não temos sequer direito a uma breve declaração, já para não lembrar o tempo de antena dado a criminosos ligados à pedofilia ou a casos de corrupção, nem a um simples telefonema de um dos jornalistas que tantas manchetes fizeram a nosso propósito, para explicarmos os contornos e motivos da perseguição de que estamos a ser alvo.
Em relação à comunicação social, toda ela dependente dos lobis que os manietam, tem falhado e muito na campanha de desinformação e demonização que está a ser feita contra os nacionalistas, e posso dar um exemplo bastante esclarecedor da ambiguidade e dualidade de critérios que estes têm mostrado, por exemplo com os terroristas assassinos das FP-25 que esta semana foram tratados como heróis quando são responsáveis pela morte de pelo menos nove pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, assaltos a bancos e a carrinhas de valores, extorsão, sequestros e raptos, atentados à bomba, ofensas corporais graves, etc.
Sobre eles dizem os jornalistas que eram actos revolucionários e que serviram para financiar a luta política, sendo assim, parece que tudo é legítimo quando se trata da extrema-esquerda e tudo é ilegal quando se trata da “extrema-direita”, até escrever umas linhas pode constituir um “crime horrendo” aos olhos da escumalha de Abril.
A minha prisão não está a ser fácil, não é para ninguém e muito menos para um nacionalista, sendo que até à data não tenho qualquer queixa do sistema prisional que tem sido normal, nos vários serviços, quer comigo quer com qualquer outro recluso, pelo que me dá a perceber. Dentro dos possíveis a minha segurança está garantida, portanto podem os mais apreensivos estar descansados.
O que mais me desmotivaria e que me levaria provavelmente a arrepender-me de tudo o que já abdiquei pelo movimento nacionalista, principalmente a infância dos meus filhos que estou agora a perder, seria que os meus camaradas desistissem da nossa luta, vergando-se assim aos políticos traidores e seus lacaios que oprimem a nossa voz.
Aproveito para lembrar aos meus camaradas que a nossa luta é política e não é a do caminho para a qual nos querem empurrar, e peço que por favor não se deixem manipular e continuem a dar cartas no activismo nacionalista e que ajudem o PNR a alcançar o objectivo 2009, a entrada de José Pinto-Coelho no Parlamento para que seja a voz de todos os que ao longo destes 30 anos se divorciaram da chamada classe política. O Partido e este homem precisa de vocês e mais ainda precisam os portugueses!
A terminar, quero agradecer a todos o apoio que têm demonstrado, das mais variadas formas, e infelizmente durante os próximos tempos vai-me ser difícil retribuir, mas tenham a consciência que ficarão para sempre no meu coração.
Nunca me vergarão!!!

Mário Rui Valente Machado
E.P.P.J.
Rua Gomes Freire, nº 174
1169-007 Lisboa

Coruche: Vereador e ex-GNR feridos à navalhada

Arquivo: 2005-05-20

"Um vereador da Câmara de Coruche e um antigo militar da GNR foram feridos à navalhada, ao princípio da noite de ontem, na sequência de confrontos entre elementos da comunidade cigana e outros moradores de Coruche. A população promovia uma vigília, frente ao café "A Tasca", a propósito da insegurança que se vive na cidade e que é atribuída à comunidade cigana, quando começaram os confrontos.

Não se sabe ainda como começaram os distúrbios, mas a verdade é que, apesar da presença da GNR, registaram-se agressões a murro e pontapé e depois com armas brancas. Reagindo ao agravar da situação, forças de intervenção da GNR - do Regimento de Infantaria e do Pelotão de Intervenção Rápida do Grupo de Santarém - foram colocadas de prevenção cerca das 20 horas.

Joana Rosa Teles, de 59 anos, proprietária de "A Tasca", espaço comercial vandalizado por elementos da comunidade cigana, mostrou-se sensibilizada com a mobilização popular. "É preciso ter muita coragem para fazer frente aos ciganos porque, nos últimos anos, têm ameaçado muita gente da vila". M. S., de 75 anos, contou já ter sido "provocado", em pleno centro comercial, por um membro da comunidade. "Ameaçou-me e à minha mulher e só o segurança do supermercado conseguiu que se afastasse".

Para muitos dos habitantes, a comunidade cigana (com cerca de 500 moradores) deveria ser afastada do concelho. Para outros, um reforço no número de guardas da GNR seria o suficiente. Dionísio Mendes, presidente da Câmara, revela que o "problema já não é novo". Até porque as famílias ciganas vivem ali "há vários anos". O autarca defende que têm que ser tomadas medidas de segurança que "obriguem esta comunidade a seguir regras e deveres, de forma a deixar de importunar os outros moradores".

Anteontem, um indivíduo da comunidade cigana, embriagado, causou distúrbios no snack-bar. Outros membros da mesma comunidade terão partido portas e janelas."

Fonte: Jornal de Notícias