Vasco L, acusado de 4 crimes

Vasco L., em prisão domiciliária há um ano, está acusado de quatro crimes:

- Ameaça; porque, segundo a acusação, terá chamado palhaço a Daniel Oliveira.
- Ofensas: porque, segundo a acusação, terá agredido um grevista.
- Arma; porque, segundo a acusação, o punhal de colecção é uma arma.
- Discriminação; porque, segundo a acusação, escreveu 5 frases discriminatórias.

Vasco L. nega, sob sua honra, que tenha cometido qualquer um dos quatro crimes que está acusado. De qualquer forma, não são «dezenas de crimes», como costuma referir o CM (Correio do Ministério), e apenas aqueles quatro. Uma nota a ter em atenção, agora que se aproxima o início do julgamento (e o terrorismo que se adivinha).

Editado após sentença:

Tal como previsto, absolvido de todos os crimes indiciados pelo Ministério Público, com a excepção do crime de "discriminação racial" por via de uma frase (escrita entre centenas, na internet) que o colectivo considerou discriminatória. Não se tratou, portanto, de um crime lesa-pátria, ou contra alguém, tratou-se de um delito de opinião. Entretanto, e bem vistas as coisas, foi por essa frase que se aplicou a detenção em prisão domiciliária, com vigilância electrónica, durante um ano e um mês. Parabéns à democracia!

2 comentários:

LX_PALACIO disse...

grave, muito grave,
temos um homem detido por dizer
palhaço, escrever o que sente , dar umas palmadas a um grevista e por ter um punhal em seu poder ainda que de colecção...

menos grave, ter criminosos altamente violentos pessuidores de armamento belico...

muito menos grave ter os paneleiros pedofilos nos jardins a tentar "comer" os nossos meninos...

nada grave roubar e danificar propriadade alheia ou vender droga nos bairros do concelho da amadora...

é esta a justiça que nos querem impingir?

não obrigado.

Cotãozinho disse...

4 Crimes horríveis no suposto.

A vitima o suposto é gravíssimo.

Supostamente houve pessoas a identificar o Paulo Pedroso que tinham-lhe metido os dedos no ânus com o lubrificante da control que se vende no continente.

Mas supostamente a Drª Juíza achou por bem mandar o sô Dr. Paulo Pedrocas para casa tocar uma sarapintola enquanto ouve a musica do «eu vi o sapo».