Catorze anos à espera

"Catorze anos após José Luís Judas, então presidente da Câmara de Cascais, ter permutado terrenos com o empreiteiro Américo Santo – num caso conhecido como o protocolo Taínhas/Marianas e que, segundo a PJ e as Finanças, lesou a Câmara em cerca de 12,5 milhões (2,5 milhões de contos à data do negócio) –, a juíza de instrução criminal da mesma localidade vai decidir se o processo segue ou não para julgamento." - Fonte Cascais Terra Portuguesa

E aproveitando o balanço, do mesmo blog, aqui fica o pensamento da semana: "Os ladrões de bens particulares passam a vida na prisão e acorrentados; aqueles de bens públicos, nas riquezas e nas honrarias!" Catão, o Censor, Roma Antiga, [-234/ -149].

2 comentários:

Anónimo disse...

No caso do Judas pode dizer-se que foi melhor assim porque saíram todos a ganhar... menos o zé povinho.

palacio_queluz disse...

estes e outros senhores deviam era ser turturados até á morte.
andamos 99% a descontar pequenas furtunas para estes filhos da puta roubarem ou favorecerem os os banqueiros amigos .

antes a morte que a desonra.

matem-se que ninguem chora a vossa falta